Há 20 anos atrás, os incêndios florestais não representavam uma ameaça à conservação da natureza. Atualmente o fogo representa o maior impacto negativo contra a floresta amazônica. Pesquisas têm mostrado relação direta entre: incêndios, fragmentação dos habitats, aumento do efeito de borda, empobrecimento do patrimônio genético, alterações climáticas, e eventos extremos de El Niño.
O projeto aqui apresentado pretende avaliar de que forma as palmeiras responderiam a um aumento da frequência de incêndios nas florestas tropicais. Seria possível às palmeiras persistirem a um clima de secas mais severas, ao aumento do risco de incêndios e à ameaça de savanização da periferia da floresta amazônica?
Considerando que é de vital importância entender melhor os impactos ecológicos do fogo nos biomas tropicais, considerando o risco de savanização das florestas abertas causado pelo impacto das mudanças climáticas, a intenção do presente estudo é trazer contribuições importantes no sentido de entender a regeneração das palmeiras após o impacto do fogo. A falta destes estudos proporciona uma compreensão incompleta de como a floresta pode se recuperar, e de como as ameaças dos incêndios florestais podem ser mitigadas ou evitadas.
PROJETO VINCULADO AO: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DE FLORESTAS TROPICAIS -
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS DA AMAZÔNIA


COM APOIO:
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
Universidade Federal do Acre – UFAC – Campus Floresta – Centro Multidisciplinar